Segunda-feira, 14.09.09

Especiarias


As comidas bem temperadas não são necessariamente as que fazem arder a língua. As especiarias são uma complexa variedade de produtos aromáticos que fazem realçar aspectos desconhecidos dos ingredientes - e apenas algumas, como o piri-piri, as pimentas e o gengibre, picam na língua.

Uma especiaria parcimoniosamente adicionada a um prato suave pode torná-lo extremamente agradável.
 


 

Também pode ser um tempero miraculoso no último momento para muitas coisas, tanto salgados como doces; por exemplo, noz-moscada ralada sobre os legumes, pudins de leite e pratos de queijo, ou sementes de alcaravia adicionadas a batatas doces e abóbora.

O cardamomo é maravilhoso, não só com carne, criação e peixe - uma vagem ou duas esmagadas transformam uma caldeirada -, mas também para adicionar um perfume mágico aos pudins de leite e aos gelados. Nos pratos salgados de todos os tipos, a mistura de cardamomo com alho e gengibre fresco é uma das combinações mais apetitosas que existem.

A canela é outra especiaria que faz realçar tanto os pratos salgados como os doces; é especialmente boa no frango, utilizando-se paus inteiros para dar gosto a um estufado. A tosta de canela - pão frito em manteiga e barrado com canela em pó - é irresistível.

Tal como é melhor utilizar ervas frescas, também o sabor das especiarias é mais pronunciado quando as compramos inteiras e apenas as moemos quando necessitamos delas. Antes de usar especiarias (inteiras ou moídas) convém aquecê-las rapidamente numa frigideira seca, para realçar os aromas. Se puder tenha um moínho de café eléctrico que use só para moer especiarias, mas pode limpar o seu moínho de café e servir-se dele, ou utilizar um almofariz, embora isso seja mais difícil com as especiarias mais duras, como a canela, o cravinho-da-índia e o anis-estrelado. No Norte de África e no Médio Oriente, geralmente, põem uma vagem de cardamomo em infusão no café.

Poderá fazer experiências com diferentes especiarias, do mesmo modo que com as ervas, as pessoas ficam intrigadas com o gosto difícil de definir de uma determinada especiaria num certo prato. Também poderá fazer a sua própria mistura de especiarias, para usar nos pratos, como as donas de casa fazem na Índia. Um cuidadoso tempero da comida parece animar as pessoas, e as comidas condimentadas, numa festa, são quase sempre mais notadas e mais recordadas.


É geralmente difícil saber que bebida servir com comida muito condimentada; a cerveja combina geralmente bem e, se quiser festejar-se algum acontecimento, poderá servir champanhe ou qualquer outro vinho espumoso!


 

 


publicado por Chicailheu às 21:43 | link do post | comentar | favorito
Sábado, 12.09.09

Mousse de maracujá com doce de leite
Inspirada nessa belezura aqui

400 ml de suco de maracujá puro
500 ml de creme de leite fresco
200 gramas de doce de leite
250 ml de água fervendo
2 pacotes de gelatina de sabor maracujá (para 500 ml cada)

Como:

Ferva a água numa panela e dissolva aí os dois pacotes de gelatina, mexa bem para dissolver totalmente e deixe esfriar. Misture o doce de leite com o leite para dar uma leve amolecida no doce de leite. Com um fouet ou batedeira bata o creme de leite até formar um chantilly com picos médio-duros e reserve. Num pote grande misture o suco de maracujá ao doce de leite mexendo bem, com um fouet, até dissolver totalmente o doce de leite no suco de maracujá e formar uma mistura homogênea. Adicione a gelatina dissolvida e quase fria a mistura de suco e doce de leite e misture. Por fim adicione o creme batido aos poucos, mexendo com uma espátula para o creme não perder muito o volume, até incorporar totalmente o creme a mistura de maracujá. Distribua a mistura em potes, taças ou numa forma de pudim untada ou molhada.

Leve para gelar por 4 a 6 horas. Desenforme mergulhando o fundo da forma em água morna. Sirva com calda de chocolate ao leite.

Rende de 10 a 12 porções, dependendo do tamanho do pedaço.

 


publicado por Chicailheu às 09:09 | link do post | comentar | favorito

 

Maracujá (do tupi mara kuya, "fruto que se serve" ou "alimento na cuia") é um fruto produzido pelas plantas do género Passiflora (essencialmente da espécie Passiflora edulis) da família Passifloraceae.

O nome da árvore é também conhecido como Maracujazeiro.

É espontâneo nas zonas tropicais e subtropicais da América.

Cultivada também pela sua flor ornamental (tal como as outras espécies do mesmo género botânico), a Passiflora edulis é cultivada com fins comerciais, devido ao fruto, no Caribe, no sul da Florida e no Brasil, que é o maior produtor mundial de maracujá. O maracujá de uso comercial é redondo ou ovóide, amarelo ou púrpura-escuro quando está maduro, e tem uma grande quantidade de sementes no seu interior.

 
Flor de maracujá

O fruto é utilizado especialmente para produzir suco ou polpa de maracujá, geralmente misturada a suco de outros frutos, como a laranja. Acredita-se que o fruto possua propriedades calmantes.

Sua flor é considerada como a flor da paixão devido à sua forma: coroa de espinhos, cinco chagas, três pregos com que Jesus Cristo foi crucificado.

A flor do maracujá é polinizada unicamente pela por um inseto conhecido como mamangava.


 

publicado por Chicailheu às 09:03 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Sexta-feira, 11.09.09

 

Mousse de Chocolate

100 ml creme de leite com 20% de gordura
100 gramas de chocolate ao leite com pelo menos 40% de cacau
50 gramas de blød nougat premium (pasta de avelãs dinamarquesa com 45% de avelãs)
1 colher de chá de extrato natural de baunilha

Como:

Pique o chocolate e o nougat em pote de vidro. Ferva o creme de leite e jogue o creme fervido sobre o chocolate e o nougat e mexa suavemente até que o creme derreta o chocolate e o nougat e forme uma massa totalmente homogênea. Deixar esfriar e ir mexendo suavemente durante um dia inteiro. Não leve a geladeira pois vai endurecer muito e perder o brilho.

O lance do brilho está diretamente ligado a fatores como a quantidade de gordura, a mudança das temperaturas e a quantidade de chocolate no produto final. Guarde em lugar seco e fresco embalado em pote de vidro esterilizado. Consuma em 3 dias.

 

publicado por Chicailheu às 14:54 | link do post | comentar | favorito

 

O cabeça-de-negro (Annona coriacea) é uma árvore pequena, não-pioneira, da família das anonáceas, que ocorre nos cerrados do Brasil).

Possui folhas ovadas, coriáceas, flores amarelas e frutos bacáceos múltiplos, grandes, comestíveis e muito saborosos, com sementes tidas como antidiarréicas. Também é conhecido pelos nomes de araticum-do-campo, araticum-dos-lisos e marolinho. Quando está maduro, o fruto abre-se.

 

É conhecido mais comumente como fruta-do-conde pelo fato de a primeira muda da espécie, vinda das Antilhas, ter sido plantada na Bahia, em 1626, pelo governador Diogo Luís de Oliveira, o Conde de Miranda, conforme relato de Pio Corrêa.

Somente em 1811, a espécie foi introduzida no Rio de Janeiro, por um agrônomofrancês, a pedido do rei Dom João VI.

Em Pernambuco, Brasília e interior do estado do Rio de Janeiro a fruta do conde é conhecida como pinha, sendo plantada atualmente no Vale do São Francisco, incluindo a fruta modificada sem sementes. É também conhecida no Nordeste do Brasil como pinha ou ata.

                                     Origem do nome

É conhecido mais comumente como fruta-do-conde pelo fato de a primeira muda da espécie, vinda das Antilhas, ter sido plantada na Bahia, em 1626, pelo governador Diogo Luís de Oliveira, o Conde de Miranda, conforme relato de Pio Corrêa.

Somente em 1811, a espécie foi introduzida no Rio de Janeiro, por um agrônomofrancês, a pedido do rei Dom João VI.

Em Pernambuco, Brasília e interior do estado do Rio de Janeiro a fruta do conde é conhecida como pinha, sendo plantada atualmente no Vale do São Francisco, incluindo a fruta modificada sem sementes. É também conhecida no Nordeste do Brasil como pinha ou ata.

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publicado por Chicailheu às 12:28 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Quarta-feira, 09.09.09

                                                                                                            INGREDIENTES:                                                     

6 claras de ovo.
Umas gotas de limão
Uma pitada de sal
500gr natas para bater
180 GR de leite condensado

PARA A BASE:
100 GR bolachas Maria ou outra ao gosto

PARA O PRALINE
200 GR de açúcar
100 GR de amêndoas cruas descascadas

 

PREPARAÇÃO:
Pôr uma sertã ao lume o açúcar para fazer o caramelo, quando começar a ficar dourado acrescentar as amêndoas. Quando estiver escuro. Verter sobre o papel de silicone e deixar resfriar.

Uma vez frio, parti-lo e pôr no copo seco, cerca de 12 seg. V.3 ½. Reservar numa saca plástica Este passo é melhor faze-lo no dia anterior.

Pulverizar as bolachas lançando-as na máquina em movimento na V.6. Reservar.

Com o vidro bem limpo e seco. Colocar a borboleta nas lâminas, acrescentar as claras, as gotas de limão e uma pitada de sal, programar 6 min V.3. Tirar e reservar.

Sem lavar o copo e com a borboleta posta bater as natas, V.3. Colocar noutro recipiente.

Fazer uma cavidade no centro das natas, deitar o leite condensado e em seguida as claras misturando com cuidado com espátula com movimentos envolventes. Fazer de imediato para evitar que baixem.

Num molde redondo desmontável (se é fechado fora-se com película transparente) põe-se no fundo as bolachas, a seguir metade da mistura do gelado, uma camada de praliné, o resto da mistura e por cima o resto do praliné.

Pôr no congelador.

Pode-se fazer uma torta enrolada com marmelada, cortá-la em fatias finas e pôr em volta do molde antes de enche-lo com gelado.

Também se pode por no centro, frutos variados ou marmelada ao gosto.

 

Vai uma fatia.  he!he!he!

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publicado por Chicailheu às 09:28 | link do post | comentar | favorito

Tanto a amoreira quanto algumas espécies de plantas medicinais, chamadas "silvas", produzem amoras.

 

Há amoras brancas e pretas, mas só as segundas são comestíveis. As brancas servem apenas para alimentar animais. É uma fruta de sabor ligeiramente ácido e adstringente, usada para fazer doces, compotas e geléias.

 A amora é muito rica em vitaminas A, B e C e contém ácido cítrico. Tem propriedades depurativas, digestivas e refrescantes.

 O comércio da amora natural é praticamente inexistente. Em supermercados pode ser comprada sob forma de geléias, compotas ou xaropes. De qualquer maneira, ao natural é uma fruta extremamente perecível, devendo ser consumida ou usada logo após ter sido colhida.

 A amora é uma fruta excelente para ser consumida ao natural, coberta com uma camada de gelo picado e uma colherada de creme chantilly ou com uma bola de sorvete de creme ou baunilha.

 A amora é cultivada pelas suas folhas que são o alimento exclusivo do bicho da seda. A cultura da amora se estendeu pelo mediterrâneo junto da qual se cria o bicho da seda.

 São conhecidas duas variedades alba e nigra. A segunda com frutos negros e a primeira com frutos brancos. No século XVI, na Europa, se empregavam tanto os frutos como a casca e as folhas da amora negra.

O fruto para as inflamações e hemorragias, a casca para as dores de dentes e as folhas para as mordidas de cobra e também como antídoto de envenenamento por acônito. Apesar da amoreira estar desaparecendo da matéria médica na Europa, a amoreira branca segue sendo muito empregada na China como remédio para tosse, resfriados seguidos de febre, dor de cabeça, garganta irritada e pressão alta. Com o conceito chinês de yin e yang, a amoreira branca é empregada para dissipar o calor do canal do fígado, que pode levar a irritação dos olhos e afetar estados de ânimo e também para refrescar o sangue. Portanto é considerado um tônico yin.

 Na Europa recentemente tem-se empregado as folhas da amora negra para estimular a produção de insulina na diabete.

 

Propriedade

 

Tem ação refrescante, adstringente, hidratante, antiinflamatória, emoliente, calmante, tônica, antibacteriana, usado para acne e erupções cutâneas.

  Atua contra os radicais livres, hidratando, remineralizando e reforçando a estrutura do manto hidro lipídico que é a camada da pele do corpo que impede que ocorra o ressecamento.

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Imagem do Dia!

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Segunda-feira, 07.09.09

INGREDIENTES: 1 lata de ananás em calda; 2 chavenas de chá de farinha branca de neve; 2 chavenas de chá de açúcar; 6 a 8 ovos; 1 colher de cáfe (espresso) de fermento em pó; caramelo em calda qb. para barrar a forma. 1 forma para bolos com buraco ao centro.

 

 

PREPARAÇÃO: Separe as gemas das claras e estas bata-as em castelo com uma pitada de sal e reserve. Em seguida adicione o açúcar as gemas e bata energeticamante ate obter uma massa homogenia, de seguida verta-lhe a calda do ananás, e mexa, peneire a farinha (junto com o fermento)  para dentro deste preparado e vá mesturando até obter uma massa homogenia, por fim coloque as claras em castelo mas nunca mexer só simplesmento emvolver com muito cuidado para que as claras mão se desfação. Para finalizar barre a forma de buraco com o caramelo em liquido e coloque as rodelas do ananás ja enxutas, de volta da forma ou a gosto de seguida verta o preparado para dentro e coloque no forno ja previamente aquecido a 180º por 30m.  Desemformar quente.

 

Bom Apettite...

 

 

 

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publicado por Chicailheu às 09:55 | link do post | comentar | favorito

Abacaxi ou ananás é uma planta monocotiledônea da família das bromeliáceas, subfamília Bromelioideae. Os abacaxizeiros cultivados pertencem à espécie Ananas comosus, que compreende muitas variedades frutíferas. Há também várias espécies selvagens, pertencentes ao mesmo gênero.

 


 Generalidades
O termo abacaxi (em português) é, com forte probabilidade, oriundo do tupi ibacati, ‘bodum ou fedor de fruto’, ‘fruto fedorento’ (ibá, ‘fruto’, cati, ‘recender ou cheirar fortemente’), documentado já no início do séc. XIX.

O termo ananás (em português e espanhol) é do guarani naná, e documentado em português na primeira metade do séc. XVI e em espanhol na segunda (1578), em que é empréstimo do português do Brasil ou da sua língua geral.

O fruto, quando maduro, tem o sabor bastante ácido e muitas vezes adocicado. Em culinária pode ser utilizado como um poderoso amaciante de carnes. Habitualmente usa-se a polpa da fruta, mas seu miolo e as cascas podem ser aferventadas para produção de sucos.

 

Apesar de apreciadíssimo pela maioria das pessoas, na gíria brasileira abacaxi significa 'algo que não dá bom resultado, coisa embrulhada ou que não presta'. Este fato provavelmente se deve a seu visual espinhoso e ressequido.

Na linguagem corrente do Brasil tal como em Angola, costuma-se designar por ananás os frutos de plantas não cultivadas ou de variedades menos conhecidas ou de qualidade inferior. Por sua vez, a palavra abacaxi costuma ser empregada não apenas para designar o fruto de melhor qualidade, mas a própria planta que o produz.

O abacaxi é um fruto-símbolo de regiões tropicais e subtropicais, de grande aceitação em todo o mundo, quer ao natural, quer industrializado: agrada aos olhos, ao paladar e ao olfato. Por essas razões e por ter uma "coroa", cabe-lhe por vezes o cognome de "rei dos frutos", que lhe foi dado, logo após seu descobrimento, pelos portugueses.

 

 
Abacaxizeiro com fruto quase maduroO abacaxi já era cultivado pelos indígenas em extensas regiões do Novo Mundo, antes do descobrimento. Origina-se da América tropical e subtropical, ao que parece do sul do Brasil. Provavelmente, as atuais variedades cultivadas descendem de abacaxizeiros selvagens ali existentes. Não se sabe, todavia, quando, onde e como essa domesticação se verificou, mas, a 4 de novembro de 1493, Colombo e seus marinheiros descobriram o abacaxizeiro em Guadalupe, nas Pequenas Antilhas.

 

O pé de abacaxi é planta semiperene, que alcança um metro de altura. Primeiro produz um único fruto, situado no ápice; depois, com a ramificação lateral do talo, aparecem outros frutos, de modo que a fase produtiva pode prolongar-se por vários anos. Quando adulto, é constituído de raízes, talo (caule), folhas, frutos e mudas. O sistema radicular, do tipo fasciculado, é superficial, pois a maior parte das raízes fica nos primeiros 15 cm de solo. O talo apresenta o formato de uma clava, relativamente curta e grossa. As folhas têm forma de calha, co espinhos e estão inseridas no talo, formando uma densa espiral dextrogira e levogira.

A inflorescência é uma espiga, formada de flores completas, cada uma localizada na axila de uma bráctea. O fruto é composto, do tipo sorose, e resulta da coalescência de um grande número de frutos simples (100 a 200), do tipo baga, denominados frutilhos, os quais estão inseridos num eixo central, coração ou miolo, em disposição espiralada e intimamente soldados uns aos outros. No ápice do fruto existe um tufo de folhas – a coroa – resultante do tecido meristemático apical que a planta possui desde a sua origem. A conexão do fruto com o talo da planta é feita através de um pedúnculo.

 
Inflorescência de um Ananas comosus.A casca do abacaxi é formada pela reunião das brácteas e sépalas das flores. Logo abaixo da casca, inseridos na periferia de depressões em forma de taça, podem ser encontrados restos de pétalas e de estames, enquanto de cada uma dessas depressões aparece um vestígio de estilete. Na superfície de um fruto descascado de um modo pouco profundo, os restos de estiletes dão idéia de espinhos. Por outro lado, quando o descascamento é feito de modo mais profundo, a superfície mostra-se toda perfurada, por ficarem expostas as lojas dos ovários dos frutilhos. Dentro de tais lojas, em se tratando de fruto de variedade cultivada, geralmente são encontrados apenas óvulos abortados, pois a formação de sementes é rara, por serem as flores auto-estéreis. Todavia, através de polinização manual com pólen de outra variedade, não é rara a produção de duas mil a três mil sementes por fruto.

A parte comestível do abacaxi é a polpa, suculenta, formada pelas paredes das lojas dos frutilhos e pelo tecido parenquimatoso que os une, bem como pela porção externa ou casca do coração. De acordo com a parte da planta em que são produzidas, as mudas do abacaxizeiro são classificadas em quatro tipos:

coroa – muda do ápice do fruto;
filhote – muda do pedúnculo;
filhote-rebentão – muda da região de inserção do pedúnculo com o talo da planta;
rebentão – muda do talo da planta.
O abacaxizeiro é planta muito sensível ao frio, mas resiste bem às secas. Embora seja planta tropical, nos dias de sol muito intenso, os frutos podem sofrer queimaduras, quando não são protegidos. Pode ser cultivado em qualquer tipo de solo, desde que seja permeável, isto é, não sujeito ao encharcamento; prefere, porém, solos leves, ricos em elementos nutritivos e com pH entre 5,5 e 6,0, ainda que tolere aqueles de pH mais baixo. É bastante exigente em nutrientes.

Geralmente, o florescimento natural do abacaxizeiro ocorre no inverno, mas o comprimento do ciclo natural pode variar de 10 a 36 meses, pois, além de condições climáticas, depende da época de plantio, do tipo e do peso das mudas utilizadas, e também das práticas culturais adotadas.


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