Segunda-feira, 07.09.09

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Domingo, 06.09.09

Bolo de Banana


Ingredientes:

4 ovos
6 bananas maduras
200 grs de margarina
2 colher de sopa de leite
160 grs de farinha de trigo
200 grs de açúcar
2 colheres de chá de fermento em pó

Caramelo:
170 grs de açúcar

 

Confecção:

Prepare primeiro o caramelo, leve o açúcar ao lume numa frigideira a derreter, e com o caramelo barre todo o interior da forma. Este caramelo deve ficar alourado mas não escuro.

O bolo: peneire em conjunto o fermento com a farinha.Amasse bem os 200 grs de açúcar com 200 grs de margarina e depois bata até obter um creme esbranquiçado. Junte os ovos um a um e continue a bater bem. Adicione o leite e bata mais um pouco. Por último, junte aos poucos a farinha misturada com o fermento, e mexa para ficar tudo bem ligado. Descasque as bananas, corte-as em rodelas ou fatias e forre com elas o interior da forma sobre o caramelo; depois deite o preparado, alise e leve a cozer em forno médio cerca de 45 a 50 minutos, aproximadamente. Verifique se está cozido, retire e desenforme enquanto estiver morno. Deixe arrefecer. A forma deve ser das de bolos, com buraco, ou uma forma tipo bolo inglês.

 

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BANANA

A banana é o fruto (ou melhor: uma pseudobaga) da bananeira, uma planta herbácea vivaz acaule (e não uma "árvore", apesar do seu porte) da família Musaceae (género Musa - além do género Ensete, que produz as chamadas "falsas bananas"). As bananas constituem o quarto produto alimentar mais produzido no mundo, a seguir ao arroz, trigo e milho.

São cultivadas em 130 países. São originárias do sudeste da Ásia, sendo actualmente cultivadas em praticamente todas as regiões tropicais do planeta. Vulgarmente, inclusive para efeitos comerciais, o termo "banana" refere-se às frutas de polpa macia e doce que podem ser consumidas cruas. Contudo, existem variedades cultivares, de polpa mais rija e de casca mais firme e verde, geralmente designadas por plátanos, banana-pão ou plantains, que são consumidas cozinhadas (fritas, cozidas ou assadas), constituindo o alimento base de muitas populações de regiões tropicais. A maioria das bananas para exportação são do primeiro tipo, ainda que apenas 10 a 15% da produção mundial seja para exportação, sendo os Estados Unidos da América e a União Europeia as principais potências importadoras.

As bananas formam-se em cachos na parte superior dos "pseudocaules" que nascem de um verdadeiro caule subterrâneo (rizoma ou cormo) que chega a ter uma longevidade de 15 anos ou mais. Depois da maturação e colheita do cacho de bananas, o pseudocaule morre (ou é cortado), dando origem, posteriormente, a um novo pseudocaule.

As pseudobagas formam-se em conjuntos (clusters) que se agrupam até cerca de vinte bananas em "pencas". Os cachos de bananas, pendentes na extremidade do falso caule da bananeira, podem ter 5 a 20 pencas e podem pesar de 30 a 50 kg. Cada banana pesa, em média, 125g, com uma composição de 75% de água e 25% de matéria seca.

São uma fonte apreciável de vitamina A, vitamina C, fibras e potássio.

Ainda que as espécies selvagens apresentem numerosas sementes, grandes e duras, praticamente todas as variedades utilizadas na alimentação humana não apresentam sementes, como fruto partenocárpico que é.

 

 Características


 
Cacho de bananas verdes ainda na bananeira.É uma fruta tropical de cor verde, quando imatura, chegando a amarela ou vermelha, quando madura. Seu formato é alongado, podendo contudo variar muito na sua forma consoante as variedades e cultivares. O mesmo acontece com a polpa que pode ser mole ou dura, doce ou acre. A banana é um fruto partenocárpico, tal como o abacaxi, pois pode formar-se sem fecundação prévia. É por isso que não possui sementes. Depois de cortadas escurecem facilmente devido à oxidação em contato com o ar.

A espécie Musa balbisiana, vendida no mercado indonésio contém, excepcionalmente, sementes, e é considerada uma das espécies ancestrais das actuais variedades híbridas geralmente consumidas.


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Sábado, 05.09.09

Ingredientes:
3 pacotes de natas
1 lata de leite condensado
1 embalagem de queijo philadelfia
3 + 2 folhas de gelatina
1 frasco de doce de framboesa
1/2 embalagem de framboesas congeladas ou 400 gr frescas
100 gr de açúcar amarelo
pacote e meio de bolacha maria
150 gr de manteiga amolecida

 

Picar a bolacha maria ,
misturar com a manteiga amolecida,
num prato colocar uma folha de papel vegetal,
colocar um aro de bolo em cima,
untar as bordas com manteiga e colocar papel vegetal em volta da forma,
fora-se o fundo com essa mistura bem calcado.

Demolhar a gelatina em água fria,

Bater as natas firmes,
juntar o leite condensado,
acrescentar o queijo philadelfia,
misturar bem,
escorrer a gelatina, colocar no micro-ondas 5 segundos e acrescentar ao preparado,
colocar metade do preparado na forma e levar ao congelador 1 hora até solidificar bem,depois disso,
misturar bem o doce de framboesa e espalhar por cima,
dispor o resto do creme e levar novamente ao congelador até prender bem.

Misturar as framboesas congeladas com o açúcar amarelo, juntar 2 folhas de gelatina demolhadas e derretidas no micro-ondas.
Quando o preparado está bem solidificado, colocar as framboesas por cima e levar novamente ao congelador até ao momento de servir.

 


 Geleia de Framboesa
 

Ingredientes:
1 kg açúcar
750 gr framboesas
200 ml água
Sumo de limão, q.b.

Misture as framboesas com a água, leve a cozer durante 10 minutos. Passam-se por um pano fininho dentro de um escorredor, sem espremer, (muito importante não espremer, de contrário iria ficar baça). Faça uma segunda extracção com mais um pouco de água. Misture o açúcar e deixe ferver até adquirir o ponto desejado. Quase no final do processo junte framboesas maduras inteiras. Pessoalmente prefiro, e faço sempre assim mas, é facultativo.
O Ponto: deite uma colherinha de geleia num prato deixe arrefecer e verifique com o dedo se, "faz estrada". Importante: vá retirando a espuma que se forma com uma concha.
Dica: Para ficar mais sólida ,enquanto ferve junte sumo de limão, (tem muita pectina).
 

 

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Este agradável fruto ácido não só fornece uma grande quantidade de vitamina C, como também de cálcio, potássio, ferro e magnésio, vitais para situações de convalescença ou para quem sofre de problemas cardíacos, fadiga ou depressão. Todos os minerais são bem absorvidos graças à vitamina C.

 

De efeito refrescante, são úteis em situações de febre.

Por serem naturalmente adstringentes, estes frutos podem fazer bem a todo o tracto digestivo, ajudando a combater a diarreia e os problemas das gengivas e do estomâgo.

 


De acordo com o estudo publicado no jornal científico "BioFactors", a concentração de antioxidantes presente nas framboesas é 10 vezes maior do que em alimentos como tomates e brócolos.

O ácido elágico é um polifenol com propriedades antioxidantes, anti-mutagénicas e anti-cancerígenas, encontrado em diversas frutas e vegetais, incluindo as framboesas.

 

NOTA:
Mesmo quando sujeitas a temperaturas extremas, a sua capacidade antioxidante não é afectada.

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Quarta-feira, 02.09.09

 

Laranjeira
A laranja é o fruto produzido pela laranjeira ' (Citrus x sinensis), uma árvore da família Rutaceae. A laranja é um fruto híbrido, criado na antiguidade a partir do cruzamento do pomelo com a tangerina.

O sabor da laranja varia do doce ao levemente ácido. Frequentemente, esta fruta é descascada e comida ao natural, ou espremida para obter sumo. As pevides (pequenos caroços duros) são habitualmente removidas, embora possam ser usadas em algumas receitas. A casca exterior pode ser usada também em diversos pratos culinários, como ornamento, ou mesmo para dar algum sabor. A camada branca entre a casca e as gomas, de dimensão variável, raramente é utilizada, apesar de ter um sabor levemente doce. É recomendada para "quebrar" o sabor ácido da laranja na boca, após terminar de consumir o fruto.

A laranja doce foi trazida da China para a Europa no século XVI pelos portugueses. É por isso que as laranjas doces são denominadas "portuguesas" em vários países, especialmente nos Bálcãs (por exemplo, laranja em grego é portokali e portakal em turco), em romeno é portocala e portogallo com diferentes grafias nos vários dialectos italianos .

 


Origem
 
A origem das frutas do gênero Citrus confunde-se, no tempo, com a história da humanidade. Sabe-se apenas que a maior parte dos frutos cítricos é originária de regiões entre a Índia e o sudeste do Himalaia, onde se encontram, ainda em estado silvestre, variedades de limeiras, cidreiras, limoeiros, pomeleiras, toranjeiras, laranjeiras amargas ou azedas, laranjeiras doces e de outros frutos ácidos aclimatados ou locais. Alguns autores afirmam que os citros teriam surgido no leste asiático, de onde teriam sido levados para o norte da África e para o sul da Europa, chegando às Américas por volta de 1.500. Porém, tanto na Europa como na América, foi na segunda metade do século XIX que tomaram impulso o cultivo e a comercialização de suas diferentes variedades. Os citros espalharam-se pelo mundo sofrendo mutações e originando novas variedades devido ao seu cultivo via sementes (ABECITRUS, 2002).

 

 

 História da Laranja
A história da laranja inicia-se na Índia, onde era conhecida pelo nome nareng. Da Índia este fruto espalhou-se pela restante da Ásia, passando a denominar-se narang, nome que foi dado a uma cidade paquistanesa, situada na província de Punjab. Da Ásia chegou à Europa no tempo das Cruzadas trazida pelos cavaleiros da Guerra Santa.

Enquanto a fruta denominada laranja não foi conhecida no continente Europeu, estes povos não tinham designação para a cor de laranja.

Um dos primeiros locais da Europa onde se iniciou o cultivo da laranja na França, tendo os franceses adaptado o nome narang para orange. Foi com este nome que a laranja veio a ser associada em algumas culturas à cor do ouro. A palavra or em francês significa ouro.

Na Ásia e Médio Oriente, onde era conhecida, a laranjeira assumia-se como árvore ornamental e dotada de características extraordinárias. Era muito comum nos pátios das casas árabes abastadas, geralmente associada a uma fonte ou a um lago.

Em várias culturas os seus frutos foram conhecidos como "maçãs do paraíso". É possível ver em pinturas antigas os frutos da "Árvore da Ciência" representados por laranjas.

A cor de laranja encontra-se ligada ao fruto do mesmo nome, e em tempos antigos eram ambos considerados exóticos. Em diversas culturas e línguas o nome deste fruto adquire singularidade própria ao ponto de não haver palavras que rimem bem com ele.


Cultivo
 
Laranjal em Avaré

O cultivo da laranja é um negócio significativo e uma importante parte das economias de vários países e regiões européias, entre os quais, Espanha, Itália, Roménia, e a região do Algarve em Portugal. Nos outros continentes, encontramos produção significativa na África do Sul, Angola, Zimbabué, nos estados da Flórida e Califórnia nos E.U.A., na América do Sul principalmente na Argentina e no Brasil , e o distrito 'Riverina' em Murray River na Austrália.


 Valor nutricional
 
Cada 100 gramas de laranja (Citrus x sinensis) contém:
Calorias - 65kcal
Proteínas - 0,6g
Gorduras - 1g
Vitamina A - 195 U.l.
Vitamina B1 (Tiamina) - 135 µg
Vitamina B2 (Riboflavina) - 150 µg
Vitamina B3 (Niacina) - 0,25 mg
Vitamina C (Ácido ascórbico) - 48 mg
Cálcio - 45 mg
Potássio - 36 mg
Fósforo - 21 mg
Sódio - 13 mg
Enxofre - 11 mg
Magnésio - 8 mg
Cloro - 2 mg
Silício - 0,45 mg
Ferro - 0,2 mg

Fonte de vitamina C
A laranja é muito conhecida por ser fonte de vitamina C. A vitamina C é o nutriente mais importante da laranja. Duas laranjas por dia fornecem a quantidade de vitamina C de que o
organismo precisa.

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Terça-feira, 01.09.09

 

1lt. leite condensado

A mesma lata de leite

5 ovos

Caramelo líquido.

Misture o leite condensado com a lata de leite normal, junte os ovos já bem batidos e verta numa forma barrada de caramelo. Vai ao forno, por 35 minutos.

 

MUITO BOM!

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Videira

A videira, vinha ou parreira é uma trepadeira da família das vitáceas, com tronco retorcido, ramos flexíveis, folhas grandes e repartidas em cinco lóbulos pontiagudos, flores esverdeadas em ramos, e cujo fruto é a uva. Originária da Ásia, a videira é cultivada em todas as regiões de clima temperado.

A videira produz as uvas, fruto de cujo o suco se produz o vinho.

O cultivo da videira para a produção de vinho é uma das atividades mais antigas da civilização. Evidências indicam o cultivo da videira para a produção de vinho na região do Egito e da Ásia Menor durante o período neolítico, ao mesmo tempo em que a humanidade, instalada em colônias permanentes, começou a cultivar alimentos e criar gado, além de produzir cerâmica.


História
Originária do árido Cáucaso, na Ásia, a uva é uma das frutas mais antigas utilizadas na alimentação humana e a sua produção se espalha por todo o mundo. Sua origem vem de 6.000 AC.


 Brasil
No Brasil o cultivo da videira começou em 1535, na Capitania de São Vicente trazida pelos portugueses.

A imigração italiana em São Paulo e no Rio Grande do Sul no final do século XIX deu um grande impulso à cultura. O consumidor pode saborear uva o ano todo. Uma pesquisa sobre os hábitos de compra do consumidor de uva feita pela equipe do CQH da CEAGESP mostrou que os consumidores procuram a uva nas gôndolas e que a doçura da baga é a característica determinante da compra. A falta de confiabilidade da uva é o principal gargalo do produto.

São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Pernambuco e Bahia são grandes produtores. As melhores épocas de produção variam com as características climáticas de cada região.

No Entreposto Terminal de São Paulo da CEAGESP predominam as uvas originárias do estado de São Paulo das regiões de Botucatu, Campinas, Itapetininga e Sorocaba, no período de novembro a março, e de Dracena e Jales de julho a novembro. O Estado do Paraná é o maior fornecedor nacional de julho a novembro, uma janela de mercado onde entram poucos fornecedores. O Nordeste do Brasil concentra a sua oferta de Agosto a Dezembro.

A uva é uma das frutas mais exportadas e também uma das mais importadas pelo Brasil. Uvas chilenas, americanas, argentinas tem no Brasil um mercado cada vez maior. A Câmara Setorial de Frutas, órgão da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo apresenta as normas de Classificação da Uva (Vitis vinifera L.).

A adoção dessas normas trará confiabilidade à comercialização, conferindo competitividade à uva, beneficiando toda a cadeia de produção.


Lista de variedades de uva
Além da classificação científica, as uvas são classificadas quanto ao destino da produção, se de mesa ou para vinicultura, recebendo nomes próprios:

Uvas de mesa, para consumo in natura ou sucos
Vitis vinifera, usadas na fabricação de vinhos .

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